Vem aí a 3ª edição do SONS DA RUA: o evento urbano de maior destaque no cenário do Hip Hop

Se você é ligado no universo Hip Hop, o Sons da Rua é o seu lugar! Enriquecimento cultural, promoção de cidadania, batalha de rima e shows são as apostas da terceira edição do festival. O evento promovido pela InHaus Entretenimento, acontece na Arena Corinthians, dia 3 de novembro.

Nesse ano, os destaques são: Emicida, Mano Brown, Rincon Sapiência, DJonga e Alt Niss. O rapper, compositor, produtor e apresentador Thaíde,  embaixador do festival, será o mestre de cerimônia dessa edição do Sons da Rua.

Os ingressos já estão à venda, através do site:  bit.ly/SonsDaRua.

O projeto é realizado com o apoio do PROAC.

Serviço – “Sons da Rua 2018

SAIBA MAIS – www.sonsdarua.com.br

Programação:

:: EMICIDA
:: MANO BROWN
:: RINCON SAPIÊNCIA
:: DJONGA
:: ALT NISS
+ ATRAÇÕES  (programação completa no site do evento)

Horário: Das 12h às 23h
Local: Estacionamento Leste – Arena Corinthians
Abertura do local: 12h
Endereço: Av. Miguel Ignácio Curi, 111 – Artur Alvim, São Paulo – SP, 08220-000
Público Estimado: 15.000 pessoas
Ingresso: PISTA R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada/solidário) / FRONT STAGE R$80 (inteira) e R$40 (meia-entrada/solidário)
Site para venda de ingressos: bit.ly/SonsDaRua
Telefone para informações: (11) 94575-3802
Classificação etária: 16 anos

Acesso para pessoas portadores de necessidades especiais e cadeirantes.

Confira como foi a edição do ano passado:

Em sua 6ª edição o Music Video Festival traz pockets shows de Drik Barbosa, Gabz e Djonga

Sexta edição do festival traz um dia a mais de programação, o m-v-f- market day # 1, no dia 28, sexta-feira com foco no mercado audiovisual, industria musical e inovação

Nos dias 28, 29 e 30 de setembro, no MIS SP,  acontece o music video festival (m-v-f-), evento que faz da linguagem e do formato audiovisual do videoclipe a sua razão de existir. Ele aposta no clipe como forma de arte e como um exercício audiovisual por excelência. Em seus cinco anos de atuação, o projeto já conquistou público de mais de 30 mil pessoas em uma programação que envolve pocket shows, instalações, talks e experiências em realidade virtual durante dois dias no MIS. A sexta edição do evento conta com a presença de convidados nacionais e internacionais que se dividem entre talks no auditório e pocket shows na área externa, entre outras ativações.

Coroando a programação de 2018, serão nove pocket shows gratuitos ao público, formada por artistas como: 2DE1, YMA e Gabz, que são as apostas do ano, também um show mega especial de Jaloo e Lucas Santtana. Além disso, o evento contempla grande presença feminina e uma consagração da cultura negra, com o projeto paulista de cypher Psicopretas, o rapper mineiro Djonga com participação especial de Karol Conká, além das musas Xênia França e Drik Barbosa. Ainda terão mais algumas surpresas a serem divulgados em breve. A edição desse ano é assinada pelos curadores nacionais Rafael Hysper (Gebäude Cosmo) e Duda Leite, além de curadoria internacional pela dupla americana Flux.

Djonga
Djonga – Foto Divulgação

No dia 30, domingo, acontece a esperada cerimônia de premiação do m-v-f- awards 2018, momento em que serão anunciados os vencedores do voto de público e do júri nas categorias melhor direção em videoclipe nacional e internacional e videoclipe revelação, para diretores estreantes, e melhor videoclipe de inovação/animação. Foram mais de 800 trabalhos nacionais e internacionais inscritos neste ano, dos quais foram selecionados 30 finalistas. O júri do m-v-f- awards 2018 é composto pelo diretor Johnny Araújo, a diretora carioca Sabrina Fidalgo e o diretor mexicano radicado em NY, Carlos Lopez Estrada, também convidado internacional do festival, pelo seu trabalho como diretor de clipes de artistas como Thundercat e Watsky, que serão exibidos na tela grande do auditório do MIS. Estrada é também diretor do filme “Ponto Cego” (Blindspotting), filme que abriu o festival de Sundance deste ano e que será exibido em primeira mão no festival, dia 28 de setembro.

Na frente de tecnologia, o m-v-f- disponibiliza ao público a experiência em realidade virtual “Battlescar”, criada pela designer argentina Mercedes Arturo (que também comparece no m-v-f-) e que recria a cena punk rock do final dos anos 1970 de Nova York em uma experiência narrada por Rosario Dawson e dirigida por Nico Casavecchia e Martin Allais. “Battlescar” foi exibido nos festivais de Sundance, Tribeca e Veneza, com excelente repercussão.

O Music Video Festival também promove a estreia de clipes nacionais dos artistas Xênia França, YMA, 2DE1, alguns dos quais resultantes do programa m-v-f- commissions, a frente de co-produção de videoclipes do festival que já resultou em nove trabalhos, estando previstos mais quatro neste ano. O m-v-f- também se empenha em descobrir novos talentos no mercado, e neste ano dá continuidade ao prêmio m-v-f- future talent, em parceria com a Spcine a produtora Planalto, em que quatro jovens talentos assinam a realização de novo clipe do artista Jaloo, que será lançado no dia 29, no contexto do festival.

Neste ano, o festival agrega um dia a mais de programação, 28, sexta-feira, no auditório do MIS, o m-v-f- market day #1, com conteúdos voltados para marcas, realizadores, produtores, criativos e interessados em inovação e conteúdo de ponta relacionado à videoclipes, com talks e demonstração de cases nacionais e internacionais aclamados na área. A programação do dia compreende talks com convidados nacionais e internacionais, das 10h às 19h, seguido de happy hour de networking, além da instalação de realidade virtual “Battlescar”. Diferentemente dos demais dias do festival, que tem entrada gratuita, este dia terá venda de ingresso, através do site https://bit.ly/2OiTx1i, onde também é possível conferir a programação completa do dia.

O Music Video Festival 2018 é uma realização da Cinnamon Comunicação e ProAC, com financiamento do BRDE, FSA e ANCINE, co-patrocínio TNT Energy Drink, apoio cultural MIS SP, Canal Curta TV, Spcine, Secretaria Municipal de Cultura, e os parceiros Budweiser, Goose Island, Jack Daniel’s e VR Gamer.

SOBRE O MUSIC VIDEO FESTIVAL (m-v-f-)

O m-v-f- é um festival multilinguagens internacional anual que trata o videoclipe em seu formato de arte audiovisual. Sua programação abrange exposições/instalações sobre o tema, além de mostras de videoclipes em tela grande, conteúdos audiovisuais inéditos, debates com convidados nacionais e internacionais, premiação, produção de clipes e incentivo a novos talentos. Sempre com olhar apurado para a estética audiovisual, em suas cinco edições, o music video festival já reuniu mais de 30 mil pessoas, premiou 23 videoclipes, recebeu mais de 24 profissionais nacionais e internacionais da área e produziu nove videoclipes profissionais. Mais em www.musicvideofestival.com.br

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Gabz – Foto Divulgação 

SERVIÇO MUSIC VIDEO FESTIVAL 2018

Local: MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo (Av. Europa, 158)

SEXTA, 28 DE SETEMBRO

m-v-f- market day #1

Auditório, 10h00 às 19h00

Programação completa e venda de ingresso em https://bit.ly/2OiTx1i

Premiere “Ponto Cego” (Blindspotting), com presença do diretor Carlos Lopez Estrada

Auditório, 20h30

Sessão fechada para convidados

SÁBADO, 29 DE SETEMBRO – gratuito

★ Foyer MIS

13h00 às 20h00 – Instalação de realidade virtual: Battlescar (visitação por ordem de chegada)

★ Auditório MIS (distribuição de senha: 1 hora antes de cada talk – sala sujeita à lotação)

13h30 às 14h30 – Talk Future Pop

* 2DE1 com o diretor Alexandre Vianna: estreia de clipe m-v-f- commission “Transe”

* YMA com a diretora Gabriele Diola: estreia do clipe m-v-f- commission “Par de Olhos”

* Gabz com o diretor Ronaldo Land: exibição do clipe “Bota a Cara”

15h00 às 16h00 – Talk diretor internacional

* Carlos Lopez Estrada

16h30 às 17h30 – Talk m-v-f- future talents by spcine

* Jaloo e Lucas Santtana com a equipe Guilherme Nabhan, Julia Takamori, Poppy Rennó, Rafael Monteiro: estreia do clipe “Cira, Regina e Nana”

18h00 às 19h00 – Talk Unha & Carne

* Drik Barbosa com os diretores Adilson MP e Ana Carolina Basilio

19h30 às 20h30 – m-v-f- awards internacional: exibição dos 15 videoclipes finalistas

★ Área externa MIS

13h00 às 13h30 – Pocket show 2DE1

14h30 às 15h00 – Pocket show YMA

16h00 às 16h30 – Pocket show Gabz

17h30 às 18h00 – Pocket show Jaloo part. Lucas Santtana

19h00 às 19h30 – Pocket show Drik Barbosa

 

DOMINGO, 30 DE SETEMBRO – gratuito

★ Foyer MIS

13h00 às 20h00 – Instalação de realidade virtual: Battlescar (visitação por ordem de chegada)

★ Auditório MIS (distribuição de senha: 1 hora antes de cada talk – sala sujeita à lotação)

13h30 às 14h30 – Talk Unha & Carne

* Cypher Psicopretas com o coletivo Narceja de diretores: estreia do clipe “Cypher Psicopretas 2”

15h00 às 16h00 – Talk Unha & Carne Made in Bahia

* Xênia França com os diretores Fred Ouro Preto e As Diabas: pré estreia do clipe “Nave”

* Luedji Luna com Joyce Prado: estreia do clipe “Notícias de Salvador”

16h30 às 17h30 – Talk Unha & Carne

* Karol Conká com os diretores Johnny Araújo e Jorge Brivilati

* Djonga com o diretor Naio Rezende

19h00 às 20h00 – m-v-f- awards nacional: exibição dos 15 finalistas

20h30 às 22h00 – Cerimônia de premiação m-v-f- awards 2018

★ Área externa MIS

13h00 às 13h30 – Pocket show Cypher Psicopretas 1 e 2

14h30 às 15h00 – Pocket show a ser confirmado

16h00 às 16h30 – Pocket show Xênia França

17h30 às 18h00 – Pocket show Djonga part. Karol Conká

Music Video Festival 2018

REM Indica: Favela Vive 3

Quando foi anunciado eu já fiquei bem ansioso pra escutar Favela Vive 3, também pudera, na época que a cena daqui começou a explorar (até cansar) as cyphers, essa série era das poucas que se salvavam sem nem fazer pose.

Quando eu escutei a parte 3 foi um alívio pelo fato de ver que o nível elevou mais ainda e não ficou repetitivo, mas também me fez pensar que o Rap por aqui precisa ser mais Favela Vive no que se diz respeito ao que se é passado ao público em conjunto com o momento que o país atravessa. Pode parecer papo de Guardinha do Rap, mas já faz um tempo que não se vê um alvoroço por vários lançamentos que alertam as manobras políticas, por exemplo.

Tão pedindo intervenção em pleno ano de eleição
Será que tu não entendeu como funciona isso até hoje:
O exército subindo pra matar dentro da favela
Mas a cocaína vem da fazenda dos Senadores

Em 2017 houve um movimento de querer saber qual seria o disco do ano, mas apontar o tal disco foi mais pela análise do jogo de palavras em junção com a produção do que analisar o que estava sendo dito.

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Isso é mais importante do que lançar o disco do ano. | Imagem: @geniusbrasil

Favela Vive 3 joga na cara do cenário atual que não precisa passar o tempo inteiro jogando indireta dentro do próprio Hip-Hop, em ano de eleições, paralisações e assassinatos de figuras relevantes o que mais tenho visto no discurso do público é passação de pano pra YouTuber e político, tem isso até nos comentários do vídeo dessa nova cypher, sim, acredite, tem. Acredito que essa confusão do público dentro do Hip-Hop se dá pela falta de um discurso mais condizente com o que acontece aos arredores do próprio.

Que isso, foi o tiro do blindado que acertou Marcos Vinicius
Caído ali sem árbrito de vídeo, e vocês quer sustentar o Hype
Comparar o melhor flow, viram três favela vive, não viu o quanto ela chorou

A cena se fechar para assuntos internos até certo ponto pode fazer as coisas evoluírem, mas chega uma hora que a mesma precisa se abrir e fazer os seus alertas, como o DK fez ao falar do congresso, Djonga ao falar do sistema carcerário e a Negra Li ao dizer que já se foram duas décadas e nada mudou.

Nos tempos mais recentes do Rap Nacional, tem sido mais comum ver músicas ao invés de discos marcando um novo momento para como vai caminhar o mesmo nos próximos meses, pelo sucesso da até então trilogia de Favela Vive, e pelos assuntos que vão ficar mais acalorados daqui pra frente, haja uma leva de músicas com discurso mais conciso em cima de questões mais amplas, mas seria mais relevante que isso fosse algo natural dentro da cena, falar de certos temas em cima da hora não ajuda a mudar os rumos nem dentro, e nem fora do Hip-Hop.

Só quem tava lá, naquele tempo
Sabe o jeito que foi feito, sofrimento que passamos
Vários manos, milianos, sem os panos
Mas atitude de respeito, daquele jeito

Escute sem moderação Favela Vive 3, e não deixe de escutar os dois antecessores.

É necessário enriquecer (ou mudar) o discurso

Pensa aí em quantos MC’s e grupos de Rap você gostava, ouviu o primeiro disco e achou foda, aí o segundo, terceiro, foi mais do mesmo e você simplesmente parou de ouvir. Tem vários né?

Eu tenho escutado bastante o segundo disco do Djonga, e me chamou a atenção em como a poesia dele ficou mais rica depois de Heresia, e como ele conseguiu mostrar para o público as mudanças na sua vivência (vida pessoal, carreira, jeito de ver o mundo), sem perder a essência na sua forma de fazer música.

Acredito que nem todos que começam uma carreira dentro do Hip-Hop tem essa percepção, muitos tratam o sucesso de um primeiro trabalho como uma fórmula mágica para manter o mesmo, isso a longo prazo enfraquece carreiras e não mantém fiel o público, consequentemente, esses artistas não fortalecem a cultura da melhor forma.

A gente até presenciou por um tempo uma fórmula mágica, mas já tava ficando bem chato tudo aquilo, e ainda bem que Sulicídio veio e questionou tudo o que estava acontecendo.

Claro que o público tem a sua parcela de culpa, não falta fã que reclama quando algum MC coloca uma roupagem diferente no som, arrisca mais em outras formas de trabalho, eu vejo isso quase que como um desrespeito ao artista, pois seus trabalhos obviamente são para agradar o público, mas é algo pessoal também, cobrar os artistas por pararem de falar algo e começarem a dizer outra coisa atrapalha bastante, e também enfraquece a cultura a longo prazo. Claro que quando alguém começa a fazer um som zoado, a gente tem que cutucar, mas temos que aprender a direcionar melhor essas críticas.

Na entrevista do Rashid para o canal da Laboratório Fantasma, é dito que para o disco Crise, ele lançou todos os singles antes de lançar o disco de fato, dessa forma ele conseguiu mais sucesso do que em A Coragem da Luz, foi algo planejado para fidelizar mais o seu público e deu certo, o disco é bom, mas o anterior artisticamente (na minha opinião), é melhor. Via de mão dupla complicada de se trabalhar, pois os fâs tem dado menos atenção para um trabalho completo e bem montado para ficar mais focado em apenas alguns sons dos discos, e assim os MC`s precisam mudar sua forma de montar e lançar seus trabalhos. Pra sucesso é bom, mas artisticamente existe uma certa perda.

A impressão que fica é que os MC`s precisam antes de tentar trilhar algum caminho diferente depois de lançar seus primeiros trabalhos, se firmar e ficar um bom tempo fazendo sucesso. Um bom exemplo disso é o Emicida, o seu discurso nos sons mais atuais tem uma diferença perceptível dos mais antigos, e eu me lembro bem que ao lançar a mixtape Emicidio, choveram críticas a mudança na lírica e até mesmo na sua forma de trabalho. No trecho do vídeo abaixo a gente consegue entender melhor o motivo que o fez engrandecer sua poesia, se o cliente tivesse sempre razão, Emicida seria mais do mesmo e não seria símbolo de inovação no Hip-Hop, e hoje ele pode fazer o que quiser de diferente e não vai perder público.

Os novos artistas precisam lutar mais pelos discursos (que podem mudar com o tempo), que eles tem em mente, as vezes, lançar na rua um trampo onde foi feito um bom esforço para que seja algo artístico é melhor a longo prazo do que querer sempre fazer hype. Babylon By Gus Vol. 1 não fez sucesso no seu ano de lançamento e hoje é um clássico quase que obrigatório na escuta de quem gosta de Rap.

Os melhores love songs do rap nacional

Dia nos namorados chegando e os colunistas do Rap em Movimento vão entrar no clima e dar umas dicas de love songs, afinal Vida Loka também ama! Se você não tem ninguém não tem problema, curtir um sonzinho romântico nunca matou ninguém e você pode também usar para outras oportunidades.

Segura minha lista de músicas nacionais para embalar os corações:

1 – Deixa eu te levar – Drik Barbosa (part. Lira)

Esse dueto lindíssimo é para aquecer mesmo o core! Essa é para quem está na fase daquela conquista. Aquela fase que você fala para o embuste  crush que vê não vai zuar o coração dele e você vai ser uma pessoa legal.

“Me ensina a te amar da forma certa e deixa…(Deixa eu te levar)”

2 – Te levar – Terceira Safra

Essa é aquela música bem good vibes de amor. Para planejar aquela trip delícia.

“Eu vou fazer uma grana e te levar daqui…”

Você pode emendar esse trecho na próxima música…

3 – Sair pra gastar -Sorry Drummer, Rincon Sapiencia e Filiph Neo

Depois que o trampo virou um troco vocês podem sair para gastar (haam entendeu as referências?)

Esse som clássico do Sorry Drummer já embalou muitos casais.

“Dinheiro na mão não compra o amor, solidão dói, eu sei
Me dê sua mão no fim dessa dor seremos rainha e rei
Vamos sair pra gastar, sair pra gastar, sair pra gastar”

4 – No seu Radinho – Tassia Reis

Essa música é maravilhosa sem mais. Um R&B delicia de ouvir. Aperte o play e me diz você:

“Me deixa ser seu tchururu no seu beat”

5 – #TamoTransandoDeFato – Lívia Cruz e Djonga

Essa é para aquela pegada mais forte né! A música fala por si só

“Ele me joga no banco de trás, ele me faz Djavanear Racionais”

6 – Remember the Time – Rimas e Melodias

Uma releitura da música Remember the Time do Michael Jackons essa música é para dançar juntinho.

7 – Baiana – Emicida

Essa não poderia faltar nessa lista. Essa é para quando você tá sentindo o friozinho na barriga de início de tudo.

“Baiana cê me bagunço. Pirei em tua cor nagô, tua guia”


8 – Loius Lane – Mano Brown (Seu Jorge, William Magalhães)

Essa é para chegar dançando na pessoa amada (trago de volta). Brown chegou forte no funk com essa música hein.

“Por você eu paro trem. Pra mostrar disposição e não vejo mais ninguém”


9 – Envolvidão – Rael 

Eu não preciso falar nada sobre essa música né. Então da o play ai que essa música já tocou até em casamento.

“Malandro, era inevitável eu não me envolver
Ela é inacreditável, você tinha que ver”

10 – Comofaz – Flora Matos 

Para sair do clichê eu trouxe essa aqui da Florinha. Essa versão acústica é bem calminha e é aquela que você escuta juntinho com o “croshe”

 


Bônus

PIZZA – Sempre

Vim aqui para exaltar o meu atual e único love song possível

#pas

“ P I Z Z A faz meu mundo parar e as brisas se elevar”

 

E ai curtiu? Tem alguma sugestão de som? Manda pra gente!